Mas o que me marcou profundamente na mensagem dessa ex-doadora foi a certeza de que, assim que as coisas se ajeitarem, ela volta. Volta para nos ler, para nos acompanhar, para nos apoiar financeiramente. Ela nos contou de forma tão bonita, que faço questão de compartilhar com vocês:
“Acredito que quando as coisas se arrumarem aqui, voltarei a contribuir sim. Essa revista é a única revista feminista popular (não acadêmica) que conheço e só por isso já merece todo apoio do mundo. Agora mais do que nunca, neste novo capítulo (Trump) do fim do mundo em que iniciamos, vamos precisar de vocês. Continuem! Eu volto assim que possível.”
Essa mensagem carrega uma lucidez poderosa: mesmo diante das dificuldades, ela reconhece que estamos falando de algo muito maior. O momento dela exige cuidado, pausa e resiliência – mas, ao mesmo tempo, ela vê como o cenário político e social atual torna indispensável a existência de uma organização como AzMina.